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Artigos

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Esta segunda-feira, Francisco Louçã, viajou na linha verde do metro no âmbito da campanha pela defesa dos transportes públicos, cujo lema é "Com este Governo é o fim da Linha", que aponta os aumentos de preços e a redução de serviços e as privatizações.

Francisco Louçã apelou novamente à união dos partidos da oposição em torno de uma possível moção de censura ao Governo, insistindo “na obrigação que o país nos deu, para que no Parlamento se faça ouvir aquele milhão de pessoas que censuraram o Governo e a troika”. O coordenador da Comissão Política do Bloco adiantou que estão agendadas conversas com os líderes da oposição.

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Os promotores das manifestações que reuniram, no sábado, um milhão de pessoas em diversas cidades do país e no estrangeiro propõem a realização de uma vigília junto à Presidência da República, na sexta-feira, às 18h, quando estiver reunido o Conselho de Estado (ver evento). “Exigimos o rasgar do memorando da Troika e a demissão deste governo troikista. Se o governo não escuta, que escute o Presidente da República”, afirmam. 

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Maior manifestação desde o 1º de maio 74 exigiu a demissão de Passos Coelho, a saída da troika de Portugal e o fim da austeridade, que "deu maus resultados em todo o lado no mundo”. Organizadores propõem uma greve geral popular que pare efetivamente o país e convocam uma nova manifestação para a frente do palácio de Belém na 6ª feira às 18h, dia do Conselho de Estado.

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Mais de 50.000 pessoas já aderiram à convocatória no facebook das manifestações “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!” em 26 cidades do país no próximo sábado 15 de setembro. A indignação com as medidas anunciadas por Passos Coelho e Vítor Gaspar cresce e ganha expressão na adesão ao protesto.

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Está a recolher assinaturas na internet uma petição pelo fim dos cortes nos rendimentos do trabalho e nas prestações sociais. As pessoas que subscreverem a petição “recusam” que o Acórdão do TC que considerou inconstitucional a retirada dos subsídios à função pública seja alargada ao setor privado. E defendem impostos sobre o património de luxo e sobre as transações na bolsa de valores mobiliários e a renegociação das PPP.
 

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A direção do Centro de Procriação Medicamente Assistida (CPMA) da Maternidade Alfredo da Costa (MAC) foi informada da transferência daquele centro para o Hospital Beatriz Ângelo, vulgarmente conhecido como Hospital de Loures e gerido no âmbito de uma parceria público privada (PPP) liderada pelo grupo Espírito Santo Saúde.

O novo CPMA da MAC entrou em funcionamento em 2009 tendo sido efetuadas obras no valor de mais de meio milhão de euros para adaptação das instalações e aquisição de material que permitiram dotar este centro de material novo, instalações apropriadas e também de um laboratório destinado às técnicas a serem implementadas para casais com o vírus da imunodeficiência humana (VIH), valor que agora é inteiramente deitado à rua se o governo insistir na transferência

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Realizou-se no passado dia 6, na Junta da Freguesia de Santa Maria, em Torres Vedras, um debate sobre a “Reestruturação do Serviço Nacional de Saúde” e as suas implicações para a região Oeste, com o deputado João Semedo, do Bloco de Esquerda, e a Comissão de Utentes da Saúde de Torres Vedras.

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Morada:

Rua de São Bento, 694, Lisboa (junto ao Metro do Rato)

Telefone: 213868060 / 918712444

Fax: 213867095

Email: lisboa.distrital@bloco.org

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O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) denunciou que a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) está a subcontratar enfermeiras/os, pagando-lhes 3,96€ brutos por cada hora de trabalho. Após os descontos para a Segurança Social e para o IRS, estas/es trabalhadoras/es vão receber um salário de miséria.

A ARSLVT abriu um concurso para contratar empresas de trabalho temporário (ETT) que pudessem colocar enfermeiros/as em diversas unidades de saúde desta região. Segundo informações do SEP, por cada enfermeira/o, a ARSLVT paga às ETT 1151€. No entanto, as empresas ficam para si com uma parte substancial deste salário, pagando a cada trabalhador/a 554€ brutos por mês o que significa cerca de 3,96€ por hora. Ou seja, por cada enfermeiro/a colocado/a a trabalhar na ARSLVT as ETT lucram 597€.